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Por que a maioria das empresas familiares não sobrevive à terceira geração
Apenas 7% das empresas familiares brasileiras chegam à quarta geração, e a causa mais citada não é falta de capital, é ausência de governança. Para a Norvia, o momento certo de estruturar sucessão é sempre antes de parecer necessário.
há 3 dias


Por que as grandes empresas de tecnologia estão de olho no Brasil para inteligência artificial
O Congresso aprovou em tempo recorde o Redata, com renúncia fiscal estimada em R$ 5,2 bilhões para atrair data centers de IA ao país. Para a Norvia, a oportunidade real para quem empreende está na cadeia ao redor desse investimento, não na disputa direta com as big techs.
10 de set.


PIB desacelera no segundo trimestre: o que muda para quem decide investir
O PIB brasileiro cresceu apenas 0,5% no segundo trimestre, menos da metade do avanço anterior, com o consumo das famílias sentindo o peso do juro alto. Para a Norvia, esse tipo de desaceleração separa quem construiu disciplina de caixa de quem só contava com o ciclo de corte de juros.
3 de set.


Cortar ou contratar: o que os dados sobre IA e demissões em 2026 realmente mostram
Grandes corporações cortam milhares de posições citando inteligência artificial, mas pequenas e médias empresas seguem o caminho contrário e mantêm intenção de contratar. Os dados de 2026 mostram uma reorganização mais matizada do que o discurso sugere.
27 de ago.


A montanha-russa do ouro em 2026: o que a queda de 25% ensina sobre proteção de patrimônio
O ouro saiu de um recorde histórico em janeiro para uma queda de mais de 25% em junho. O ciclo de 2026 mostra que o metal protege bem contra alguns riscos e mal contra outros, o que muda a forma correta de dimensionar a posição em carteira.
20 de ago.


Depois da Europa, o Canadá: o que a expansão de acordos do Mercosul muda para quem exporta
Depois do acordo com a União Europeia, o Mercosul negocia agora com o Canadá, com 60% do texto já concluído. Cada novo acordo reduz a dependência relativa de qualquer parceiro único, incluindo os Estados Unidos.
13 de ago.


Segundo semestre começa com juro em queda: o que o corte da Selic sinaliza para crédito e investimento
O Banco Central inicia o segundo semestre com a Selic partindo de 14,25% e mercado apostando em novo corte de 0,25 ponto. A direção do ciclo já está definida, mas o espaço para novos cortes até dezembro é cada vez mais limitado.
6 de ago.


Flash Norvia | Julho
O Flash Norvia de julho reúne os principais movimentos em comércio exterior, tecnologia, mercado de capitais e geopolítica. A edição destaca como tarifas, inteligência artificial, reabertura da bolsa e diversificação comercial moldaram as decisões de empresas e investidores ao longo do mês.
5 de ago.


A bolsa volta a respirar: o que o IPO da Compass diz sobre o mercado de capitais brasileiro
O IPO da Compass encerrou quase cinco anos sem ofertas públicas iniciais na B3, mas a estrutura da operação mostra que a bolsa brasileira voltou mais seletiva. Mais de 50 empresas já estão prontas para abrir capital, porém o calendário eleitoral deve manter a maioria delas esperando até 2027.
30 de jul.


A conta bilionária da inteligência artificial: até onde vai o apetite dos hyperscalers por data centers
O capex das maiores operadoras de data center do mundo deve chegar a US$ 750 bilhões em 2026, quase o dobro de dois anos atrás. O mercado começa a questionar se todas as empresas por trás desse investimento vão conseguir capturar o retorno na mesma proporção.
23 de jul.


Tarifas dos Estados Unidos: o que a decisão sobre o Brasil revela sobre o novo mapa do comércio exterior
A decisão dos Estados Unidos sobre a tarifa de 25% aos produtos brasileiros chega em um momento em que a participação americana no comércio exterior do país já caiu ao menor nível da história. O episódio reforça que diversificação de mercado deixou de ser estratégia de longo prazo para virar gestão de risco imediata.
16 de jul.


Mercado do vinho: quando o consumidor compra menos volume e mais valor
O mercado global de vinhos passa por uma transformação marcada por consumidores mais seletivos, pressão econômica e busca por valor percebido. A tendência mostra que marcas capazes de combinar produto, narrativa e experiência tendem a ganhar espaço.
25 de jun.
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